sexta-feira, 23 de julho de 2021

Perdas

Lidar com as nossas perdas é um processo penoso e pode nos custar muito tempo para ultrapassarmos as 5 fases propostas pela psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross em seu livro "Sobre a morte e o Morrer", de 1969. São eles: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. São os 5 estágios do luto.

Cada um de nós vivenciamos cada uma dessas fases em momentos de perda ou de luto e é preciso tanto nos dar tempo para que cada fase se resolva, como, permitir que cada um dos nossos amados, vivencie a sua fase no seu ritmo próprio.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Dificuldades

Frequentemente nossa fé é provada. Estamos acostumados a comandar nossas vidas e a maior prova de que confiamos no Senhor é deixa-lo no comando de tudo, principalmente nas horas de dificuldades. Essa é a verdadeira e possivelmente a única forma de entrega que Deus espera de nós. Quando Ele nos prova conseguimos avaliar em que grau de comprometimento estamos em relação a esta entrega e verdade. É o confronto entre o silencio de Deus e a nossa vontade de agir por conta própria. É a luta da carne contra o Espírito. Nessa luta precisamos escolher de que lado vamos ficar, na certeza de que, se escolhermos o lado do Espírito, a vitória será mais do que certa.

Recomeçar

Tirar a poeira da velha mente e deixar a mente de Cristo brilhar iluminando os sonhos e projetos desmaiados pelas lutas e tristezas da vida. Revigorar, reanimar e tornar a acreditar que a vida pode ser boa e que traz escondida dentro dela pedacinhos de felicidade. Isso me faz glorificar o Senhor com alegria. Afinal, é a graça de Deus o que de melhor habita em mim e é por causa dela a razão do meu viver. Incendeia-me Senhor! Quero viver conhecendo mais e mais da tua glória, assim como era no passado. Onde será que perdi o primeiro amor? Onde será que deixei os teus sonhos e fugi dos teus planos? Quem merece isso? Certamente não o Senhor, o meu Rei. Para ti eu dançarei. Quero deixar fluir os meus pensamentos, alinha-los, focá-los na verdade que creio e deixar que eles sejam dirigidos pelos ventos do supremo amor. Você me acalma, me aquieta e dirige os meus passos até o mais profundo das águas. É ate lá que quero ir. E depois, num vôo como o das águias, subir até o mais alto dos montes, porque lá também tu estarás. Você é o meu amor maior, você é meu bem maior. Você é o meu tudo!

Viver bem até a morte

Ninguém gosta de falar sobre a morte. E não tem jeito, podemos até colocar lacinhos cor-de-rosa, florzinhas coloridas ou borboletinhas mimosas esvoaçantes para amenizar o tema. É sobre isso que vamos falar, aprender, discutir e conhecer por aqui. Então, decrete guerra à morte e vamos viver da melhor maneira até que a morte separe a alma e o espírito do nosso corpo corruptível!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Não sofra a toa!!! Trate-se e viva feliz!

Distimia

O principal sintoma é a irritabilidade, mas existem outros:
* Mau humor;
* Baixa auto-estima;
* Desânimo e tristeza;
* Predominância de pensamentos negativos;
* Alterações do apetite e do sono;
* Falta de energia para agir;
* Isolamento social;
* Tendência ao uso de drogas lícitas, ilicítas e de tranquilizantes.

Diagnóstico
O diagnóstico é eminentemente clínico. O dado mais importante a considerar é a manifestação dos sintomas durante pelo menos dois anos consecutivos.
Via de regra, os portadores de distimia desenvolvem concomitantemente episódios de depressão grave. Quando se recuperam, porém, retornam a um patamar de humor que está sempre abaixo do nível normal. A maior dificuldade é que raramente se dão conta do próprio problema. Acham que o mau humor, a falta de prazer e interesse pelas coisas e a tristeza que não dá trégua fazem parte de sua personalidade e do seu jeito de ver o mundo, e quase nunca procuram ajuda.
Diagnosticar o transtorno precocemente e introduzir o tratamento adequado é de extrema importância, uma vez que por volta de 15% a 20% dos pacientes tentam o suicídio.

Prevalência
A distimia pode aparecer na infância ou numa fase mais tardia da vida. O mais comum, porém, é que surja na adolescência. Há evidências de que muitos idosos já tinham manifestado sinais do transtorno na adolescência.
Na infância, acomete igualmente meninos e meninas. Depois, é mais prevalente nas mulheres do que nos homens.

Tratamento
A associação de medicamentos antidepressivos com psicoterapia tem apresentado bons resultados no tratamento da distimia. Isoladamente, um e outro não funcionam a contento. Embora os antidepressivos corrijam o distúrbio biológico, o paciente precisa aprender novas possibilidades de reagir e estabelecer relações inter-pessoais.
A psicoterapia sem respaldo farmacológico é contraproducente, porque cobra uma mudança de comportamento que a pessoa é incapaz de atingir por causa de sua limitação orgânica.

Recomendações
* Se você conhece alguém sempre de mau humor, irritado, pessimista, considere a possibilidade de que seja portador distimia, um distúrbio do humor para o qual existe tratamento, e tente convencê-lo a procurar assistência médica;
* Fique atento: a distimia, assim como a depressão clássica, pode acometer crianças e adolescentes. Às vezes, esses transtornos estão camuflados atrás do baixo rendimento escolar, do comportamento anti-social e do temperamento agressivo que não conseguem controlar;
* Se, nos últimos dois anos pelo menos, seus amigos e parentes têm comentando que você anda de cara amarrada, irritado, descontente com tudo e com todos, esteja certo de que isso não é normal, procure um médico;
* Não subestime os sintomas da distimia. Para aliviar os sintomas, é comum o paciente recorrer ao uso de drogas e de tranqüilizantes. Em 15% a 20% dos casos, surge ideação suicida;
* Não se engane: não atribua ao envelhecimento, a casmurrice, o mau humor e as queixas do idoso que só reclama e não quer sair de casa. A distimia pode acometer pessoas na terceira idade;
* Mantenha a adesão ao tratamento farmacológico e à psicoterapia. Os medicamentos ajudam a corrigir o problema físico e a psicoterapia, a aprender novas formas de relacionamento.

Fonte: Dr. Drauzio Varella

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

sábado, 19 de maio de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Síndrome de Burnout

Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.

Os sintomas básicos dessa síndrome seriam, inicialmente, uma exaustão emocional onde a pessoa sente que não pode mais dar nada de si mesma. Em seguida desenvolve sentimentos e atitudes muito negativas, como por exemplo, um certo cinismo na relação com as pessoas do seu trabalho e aparente insensibilidade afetiva.

Finalmente o paciente manifesta sentimentos de falta de realização pessoal no trabalho, afetando sobremaneira a eficiência e habilidade para realização de tarefas e de adequar-se à organização.

Esta síndrome é o resultado do estresse emocional incrementado na interação com outras pessoas. Algo diferente do estresse genérico, a Síndrome de Burnout geralmente incorpora sentimentos de fracasso. Seus principais indicadores são: cansaço emocional, despersonalização e falta de realização pessoal.

Quadro Clínico da Síndrome de Burnout

1. Esgotamento emocional, com diminuição e perda de recursos emocionais
2. Despersonalização ou desumanização, que consiste no desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou de cinismo para com outras pessoas no trabalho ou no serviço prestado.
3. Sintomas físicos de estresse, tais como cansaço e mal estar geral.
4. Manifestações emocionais do tipo: falta de realização pessoal, tendências a avaliar o próprio trabalho de forma negativa, vivências de insuficiência profissional, sentimentos de vazio, esgotamento, fracasso, impotência, baixa autoestima.
5. É freqüente irritabilidade, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância à frustração, comportamento paranóides e/ou agressivos para com os clientes, companheiros e para com a própria família.
6. Manifestações físicas: Como qualquer tipo de estresse, a Síndrome de Burnout pode resultar em Transtornos Psicossomáticos. Estes, normalmente se referem à fadiga crônica, freqüentes dores de cabeça, problemas com o sono, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquiarritmias, e outras desordens gastrintestinais, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, etc.
7. Manifestações comportamentais: probabilidade de condutas aditivas e evitativas, consumo aumentado de café, álcool, fármacos e drogas ilegais, absenteísmo, baixo rendimento pessoal, distanciamento afetivo dos clientes e companheiros como forma de proteção do ego, aborrecimento constante, atitude cínica, impaciência e irritabilidade, sentimento de onipotência, desorientação, incapacidade de concentração, sentimentos depressivos, freqüentes conflitos interpessoais no ambiente de trabalho e dentro da própria família.

Fonte: PsiqWeb

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

image

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca; e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade."
(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Boa notícia

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Efésios 2:8

Tornando mais simples: basta crer que quem salva é Deus, por intermédio da nossa fé Nele.

Diga-se novamente: precisamos apenas de fé quando Deus diz que nos salva por ser esta a Sua (Dele) vontade.

Não precisamos FAZER nada, Jesus já fez TUDO. Precisamos apenas crer nisso.

O problema é que a nossa culpa é tão grande que nos impede de aceitar o que vem de graça de Deus, mesmo Ele dizendo que é assim que tem que ser.

Tem gente que não crê em Deus ou não crê que ELE esteja preocupado conosco. Menos ainda que precisamos ser salvos por ELE. Acreditam que a humanidade está entregue ao acaso e que seguirá o seu próprio caminho.

Eu mesma pensava, antes de abrir o meu coração para JESUS, que tudo o que estava escrito na bíblia não passava de Contos da Carochinha, ou que eram histórias do passado. Pensava que eu mesma era a dona do meu destino.

Quão grande presunção a minha!

Para aqueles que se tornam receptivos à palavra de Deus fica simples compreender: a salvação vem gratuitamente, por intermédio do amor de Deus, para todo aquele que NELE crer. Não é porque merecemos, ou porque fizemos alguma coisa boa, ou realizamos algum sacrifício para Deus. A chave que abre a porta da salvação é a fé que temos de que ELE está nos dizendo a verdade.

É tão absurdamente simples que muitos não conseguem acreditar nisso!

Agora, abra o teu coração e leia tudo de novo. Até esta palavra entrar no seu coração.

Flavia



sábado, 15 de outubro de 2011

Dia dos Professores –15 de outubro

 

15 de Outubro

Dia do  Professor

 

image

 

Vocês são especiais!

Feliz Dia para  todos!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Conselho Federal de Medicina – Paralisação

paralizaçãoCFM

Codigo de Ética Médica

Capítulo I – Princípios Fundamentais

Art. 3° - A fim de que possa exercer a Medicina com honra e dignidade, o médico deve ser boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa.

Art. 8° - O médico não pode, em qualquer circunstância, ou sob qualquer pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, devendo evitar que quaisquer restrições ou imposições possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho.

Art. 9° - A Medicina não pode , em qualquer circunstância, ou de qualquer forma, ser exercida como comércio.

Art. 10° - O trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa.

Art. 14° - O médico deve empenhar-se para melhorar as condições de saúde e os padrões dos serviços médicos e assumir sua parcela de responsabilidade em relação à saúde pública, à educação sanitária e à legislação referente à saúde.

Art. 15° - Deve o médico ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional, seja porremuneração condigna, seja por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Medicina e seu aprimoramento técnico.

Art. 16° - Nenhuma disposição estatutária ou regimental de hospital, ou instituição pública, ou privada poderá limitar a escolha, por parte do médico, dos meios a serem postos em prática para o estabelecimento do diagnóstico e para a execução do tratamento, salvo quando em benefício do paciente.

Capítulo II - Direitos do Médico

É direito do médico:

Art. 22 - Apontar falhas nos regulamentos e normas das instituições em que trabalhe, quando as julgar indignas do exercício da profissão ou prejudiciais ao paciente, devendo dirigir-se, nesses casos, aos órgãos competentes e, obrigatoriamente, à Comissão de Ética e ao Conselho Regional de Medicina de sua jurisdição.

Art. 23 - Recusar-se a exercer sua profissão em instituição pública ou privada onde as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar o paciente.

Art. 24 - Suspender suas atividades, individual ou coletivamente, quando a instituição pública ou privada para a qual trabalhe não oferecer condições mínimas para o exercício profissional ou não o remunerar condignamente, ressalvadas as situações de urgência e emergência, devendo comunicar imediatamente sua decisão ao Conselho Regional de Medicina.

domingo, 28 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011