domingo, 23 de agosto de 2009
Pérolas
Às vezes, usa a raiva, para que possamos compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa a falta de dinheiro para nos mostrar o lugar dele e o verdadeiro valor das coisas .
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar sobre água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida".
Fernando Pessoa
O humor ... dos profissionais de saúde
Nove meses depois ela aparece grávida, para o espanto de todos! A Direção do Hospital se reuniu e deu queixa na Delegacia para achar o culpado. A polícia então começou interrogando o Joaquim:
- O senhor era o enfermeiro da paciente grávida?
- Sim Senhoire...
- E foi você que engravidou a moça?
- Foi sim senhoire, mas só cumpri rigorosamente o que estava escrito
na prancheta da paciente.
- Como assim !! E o que estava escrito no boletim médico??
O Joaquim, então, retirou uma cópia do boletim e leu para o delegado:
**- 'mulher, 32 anos, inerte, não reage a nenhum estímulo - COMA.'**
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Pérolas - Temor ao Senhor
O homem que teme a Deus iniciou o caminho do sábio.
Sim, ele não precisa nada além de temor a Deus para se qualificar como aluno da sabedoria.
A inteligência, as dotações intelectuais e culturais, as capacidades sociais e relacionais, todas juntas, podem fazer um homem de sucesso, mas não necessariamente um sábio.
O sábio olha para a existência sabendo que de cada ato, atitude, sentimento, pensamento, interpretação e expressão na vida, ele terá de prestar contas.
Por isto o Temor do Senhor na vida do sábio consiste em aborrecer a língua perversa, a inimizade gerada entre amigos pela mentira ou pela inveja, o mau caminho, as tramas do engano e toda sorte de esperteza contra o próximo.
O Temor do Senhor que inicia o sábio no caminho da sabedoria, não é feito de palavras reverentes a Deus, ou de cultos, ritos e sacrifícios — mas sim de decisão de controlar a língua e as ações; posto que o Temor do Senhor sempre veja na vida do próximo o seu sacramento.
Afinal, sabedoria é o que eu preciso diante dos homens...; pois, diante de Deus, eu sempre sou um insensato e ignorante — e isto é sinal do Temor do Senhor no coração.
Portanto, eu não evidencio o Temor do Senhor em mim se andar de joelhos, mas sim se eu andar em verdade e bondade justa entra os homens!
O Temor do Senhor que gera sabedoria é um só: aquele que faz da vida e do próximo o seu sacramento de amor a Deus.
Afinal, o sábio sabe acerca do Temor do Senhor pelo menos o seguinte:
O Temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente.
O Temor do Senhor é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre.
O Temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o Temor do Senhor.
O Temor do Senhor é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio.
O Temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência. O Temor do Senhor aumenta os dias, mas os perversos terão os anos da vida abreviados.
O Temor do Senhor é fonte de vida, para desviar dos laços da morte.
Melhor é o pouco com o Temor do Senhor, do que um grande tesouro onde há inquietação.
O Temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.
Pela misericórdia e verdade a iniqüidade é perdoada, e pelo Temor do Senhor os homens se desviam do pecado.
O Temor do Senhor encaminha para a vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e não o visitará mal nenhum.
O galardão da humildade e o Temor do Senhor são riquezas, honra e vida.
O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no Temor do Senhor todo dia.
SOBRETUDO, o sábio sabe, pelo Temor do Senhor, que Deus não suporta certas coisas, como por exemplo:
Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.
Caio Fabio
domingo, 9 de agosto de 2009
Parabéns Mateus!!!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Campanha da Mamografia Digital Gratuita
O site Cancer de Mama está com problemas, pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa renda. Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na imagem cor-de-rosa que diz Campanha da Mamografia Digital Gratuita. Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.
http://cancerdemama.com.br
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Leituras: Salmo 46 e Mateus 6

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” é talvez a ordem divina mais difícil de ser atendida.
A dificuldade está no fato de que é Deus quem fala, mas é o homem quem tem que se aquietar, deixando o motor de suas ansiedades parar, permitindo-se levar no "automático da confiança".
Ansiedade é algo tão terrível em razão do poder que tem de tornar o presente inaproveitável, escravizando o indivíduo, pela insegurança, à virtualidade angustiada do que não existe ainda, posto que a ansiedade se faz serva do futuro; ou seja: ela escraviza o ser ao que não é, e o impede de viver o dia que é Hoje.
A ansiedade é barulhenta, aflita, ruidosa, e, seus ruídos são como o barulho que se ouve a noite quando se anda sob fios de alta tensão: invisíveis, porém reais e destrutivos.
O ruído e a energia da ansiedade faz a alma se sentir eletrificada pelo sentir de uma força hostil e negativa, a qual, pela sua própria natureza, se alimenta de pre-ocupações... escravizando a alma ao fantasma que o medo concebeu como futuro.
O corpo todo sofre quando você está ansioso. Os braços, especialmente, parecem ficar lotados de um carga como que elétrica, e que vaza pelos membros, angustiada por fazer “um terra” que a descarregue...; embora, em se estando ansioso, nada absolutamente faça esse “terra” pelo qual se possa descarregar tal energia. Ao contrário, toda a tentativa de se ‘fazer terra’ apenas aumenta a ansiedade, posto que a ansiedade se alimenta da imprevisibilidade da terra... portanto, do tempo e do espaço.
A mente ansiosa trabalha correndo atrás do pior, angustiada por não saber o que reserva o amanhã. Assim, quanto mais energia alguém dedica à ansiedade, mais insaciável ela se torna, e mais fraca a pessoa se sentirá em relação ao poder do que ainda não é...
Chega o ponto em que drenada, impotente, angustiada, gelada de medo, a pessoa passa a crer que todo o mal que ela teme a alcançará... e, assim, imagina que todas as não-soluções lhe acometerão...
A ansiedade é a fé no pior; é filha da desconfiança; é tão certa quanto a culpa de cada um; é tão implacável quanto o vatícinio de inimigos; é tão covarde quanto o diabo.
Por essa razão, assim como a fé é a certeza das boas coisas... a ansiedade é a expectativa amedrontada de tudo o que é ruim.
Daí, não raramente, a ansiedade chamar à existência justamente as coisas que pela ansiedade se teme... e das quais se foge... ou se luta buscando fazer prevenção.
Na ansiedade não há fé, pois, onde há fé, aí não há ansiedade!
Na melhor das hipóteses a ansiedade gera uma fé nervosa e que existe em estado de desespero.
É por essa razão que eu disse no início que “aquietar-se” e esperar na intervenção de Deus é uma das coisas mais difícéis que se pode pretender realizar. Alías, se houver ansiedade jamais se terá tal descanso; posto que o estado de descanso vem da confiança e da entrega.
O que é mais dicífil nisso tudo é que o “aquietar-se” é algo que Deus ordena, mas é o homem quem tem que decidir.
“Aquietai-vos” evoca uma decisão pessoal; uma resolução; uma consciência que abre mão do instinto aflito de auto-defesa; é uma vontade de paz; um entregrar confiante da impotência pessoal, crendo que em tal paradoxo nasce o poder que realiza o impossível.
Aqueietar-se em Deus é o agir pelo não agir!
Provavelmente a maioria das pessoas só pensam nesse mandamento divino quando tudo está “preto”, e já não se tem saída. A contradição é que essa é a pior hora para se começar no caminho da quietude. Todavia, antes na calamidade do que nunca...
No entanto, o que se deve almejar é entrar num estado permanente de descanso e confiança, intentando fazer até mesmo com que a própria respiração e cadência do fluxo sangüinio se ponham também sob as bênçãos de tal ordem de vida dada por Deus.
Ou seja: é melhor se treinar na quietude todos os dias, fazendo exercício cotidianos de descanso da alma, chamando o ‘pôtro’ angustiado que há dentro de cada um de nós para acalmar-se junto às águas de descanso e nos pastos verdejantes da quietude interior.
Ora, se assim se faz em tempo de paz..., muito mais fácil fica não abandonar o compromisso com a confiança que gera quietude no dia da guerra; posto que se aprende na vida a começar das pequeninas coisas.
O fato é que é preciso que se ‘aquiete’ antes..., a fim de que de possa ‘saber” quem é Deus ‘depois’.
Deus se deixa conhecer como Deus na quietude confiante e no silêncio entregue e pacificado que vem da fé.
A questão é que temos horror de confiar, crer, entregar, abandonar, descansar, deixar a vida correr no fluxo...; e, sem temor, não temer peder nada...; posto que tudo aquilo que é entregue a Deus jamais se perde... mesmo que não esteja em nossas mãos.
Em meio a tudo isso..., nesse ‘aquietai-vos”..., há também com convite ao silêncio interior.
Deus fala no silêncio!
Silêncio em Deus é quando os processos mentais se acalmam, a alma se deita aconchegada, o espírito se levanta voluntário, o coração se aninha humilde, os ouvidos interiores se abrem, e, nossas vozes vocais ou não-vocais emudecem...; sim..., é depois de tudo isso que podemos ficar abertos para ouvir Deus no silêncio...
E Ele fala. Fala dentro de nós. Fala sem palavras e sem linguagem. Fala através de sentimentos... às vezes de angustias que emulam a consciência... às vezes através de brisas, ventos, folhas que se esvoam, pássaros que cantam, estações que mudam, luares sombrios ou iluminados; bem como através de gestos, acontecimentos, inspirações, alegrias puras, gratidão, esperança, sonhos...; e, sobretudo, mediante o silêncio da Palavra, que fala sem gritar, e que admoesta em consolação.
Experimente a santa irresponsabilidade de descansar em Deus, de dizer ‘tô nem aí... está nas mãos de Deus...’; ou, ainda, experimente fazer da quietude o seu tesouro, o seu modo de vida, o seu sentir mais normal, e sua ambição mais preciosa.
Ah! Grande alegria e contentamento há na confiança que sossega e se aquieta!
Quem assim faz... em fé... esse conhecerá a Deus. Sim, esse ‘saberá’ em profundidade acerca do poder que emana em favor da alma que se aninha na amizade de Deus.
Bem-aventurados os que se aquietam, pois eles saberão e conhecerão quem é Deus!
Pense nisso!
Caio Fabio
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pensamento
(Abraham Lincoln)

