terça-feira, 7 de junho de 2011

A Física Quântica em Busca da Partícula Divina

A Física Moderna leva-nos ao encontro do Espírito e de Deus

“A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega”. (Albert Einstein)

"Qualquer um que não se choque com a Mecânica Quântica é porque não a entendeu." (Niels Bohr)

"Fé e razão são como a dualidade-onda partícula: pode-se ter as duas coisas, mas nunca ao mesmo tempo." (Alberto Präss)

universo

A física quântica pode constituir uma ponte entre a ciência e o mundo espiritual, pois segundo ela, pode-se "reduzir" a matéria, de forma subjectiva e no domínio do abstracto, até à consciência - causa da "intelectualidade" da matéria. A consciência transforma as possibilidades da matéria em realidade, transformando as possibilidades quânticas em fatos reais. Essa consciência deve apresentar uma unidade e transcender o tempo, espaço e matéria. Não é algo material, na realidade, é a base de todos os seres.

Tanto é assim, que os físicos teóricos postulam a existência de uma "partícula", que seria a partícula "fundamental", que ainda não foi encontrada, mas a qual o Prémio Nobel da física, Leon Lederman, denomina a "partícula divina". Partícula essa decisiva pois é ela que determina a massa das restantes, bem como a coesão dada pela gravidade dos 90% do universo ainda desconhecido.

A Teoria das Supercordas e a Dimensão Psi

Outra teoria quântica, que vem de encontro a existência de uma "partícula divina consciêncial" no final da escala das partículas subatómicas, é a teoria das supercordas. Essa teoria foi melhorada e é defendida por um dos físicos teóricos mais respeitados da atualidade Edward Witten, professor do Institute for Advanced Study em Princeton, EUA. De maneira bastante simples e resumida, a teoria das supercordas postula que os quarks,

quark

mais ínfima partícula subatómica conhecida até o momento, estariam ligados entre si por "supercordas" que, de acordo com sua vibração, dariam a "tonalidade" específica ao núcleo atómico a que pertencem, dando assim as qualidades físico-químicas da partícula em questão.

cordas

Querer imaginá-las é como tentar conceber um ponto matemático: é impossível, por enquanto. Além disso, são inimaginavelmente pequenas. Para termos uma ideia: o planeta Terra é dez a vinte ordens grandeza menor do que o universo, e o núcleo atómico é dez a vinte ordens de grandeza menor do que a Terra. Pois bem, uma supercorda é dez a vinte ordens menor do que o núcleo atómico.

Ou seja, é a vibração dessas infinitesimais "cordinhas" que seria responsável pelas características do átomo a que pertencem. Conforme vibrem essas "cordinhas" dariam origem a um átomo de hidrogénio, hélio e assim por diante, que por sua vez, agregados em moléculas, dão origem a compostos específicos e cada vez mais complexos, levando-nos a pelo menos 11 dimensões.

 

Fonte: Física quântica

4 comentários:

Leka Mello disse...

Enfim acho um blog que possa me ajuda, adorei e parabéns! to te seguindo.

;) disse...

Olá, tudo bom?
Gostei muito daqui.
Que tal dar uma passada lá no meu blog?
Beijos.
www.booksandsoul.blogspot.com

;) disse...

Muuito obrigada você, pela passadinha.
Beijos.
Estou te seguindo!
www.booksandsoul.blogspot.com

Marcos Aquino disse...

interessante..
as vezes nos preocupamos demais em entender tudo, esquecemos de viver o que acreditamos.Sabe, é importante saber de tudo um pouco.
Abraço.